Regra 7: A flexão ideal de uma folha impõe uma restrição absolutamente rígida no seu próprio plano (X, Y, e θz), mas isso leva a três graus de liberdade: Z, θx e θy .

A flexão de uma folha é um dos mais importantes dispositivos de restrição usados em máquinas de precisão. A flexão de folha apresenta deslocamentos fora do plano enquanto resiste a deslocamentos dentro do plano, como mostrado na figura 37.

Figura 37 – A flexão de uma folha apresenta restrição contra forças e momentos no plano da folha (a). A flexão de uma folha apresenta liberdade para pequenos deslocamentos em modos de torção da folha (b, c, d).

O sistema equivalente de três restrições superimposto na flexão serve somente como uma ajuda conceitual. Por experiência, sabe-se que uma folha fina é muito suscetível a torções fora do plano. As equações 10 a 13 fornecem a rigidez nas direções que são mais relevantes. Para uma dada rigidez axial, a rigidez de momento varia com o quadrado da espessura da folha. O desejo de minimizar a espessura da folha vai invariavelmente requerer uma largura muito maior do que a espessura, então haverá área de seção suficiente para suportar a carga e/ou fornecer rigidez axial. Geralmente, a restrição de tamanho na flexão de uma folha vai possuir a máxima largura com mínima espessura. O comprimento da folha afeta da mesma forma a rigidez axial e de momento e, por isso, é regido por outras considerações. Usualmente a razão comprimento por espessura é limitada a 10:1 para materiais típicos, para evitar flambagem. A equação 14 fornece a condição limite requerida para se evitar flambagem. Uma folha dimensionada para resistir a flambagem geralmente é muito pequena para possuir uma liberdade translacional adequada. Neste caso, duas pequenas folhas separadas num mesmo plano e unidas por um componente de seção maior permitirá um deslocamento translacional maior.

(10)

(11)

(12)

(13)

(14)

REGRA 6

REGRA 8

VOLTAR